Sünni İslam. Mustasım Billâh (tam adı : Ebû Ahmed el-Mûsta`sım bi’l-Lâh `Abd’Allâh bin Mansûr el-Mûstensir,) (Arapça: أبو أحمد المستعصم بالله عبد الله بن منصور المستنصر; d. 1221, Bağdat - ö. 1258, Bağdat ), 1242 - Şubat 1258 döneminde Abbasi Devleti 'nin son hükümdarı ve Irak
In the meantime, you will be able to earn your BIDA™ certification if you complete the program requirements. All future courses are included in the purchase of the specialization. The course is included in the specialization program, and will be released in. Certified Business Intelligence & Data Analyst ( BIDA )™ The BIDA program by the
Chế độ Bida phăng 3 bi : Nhiệm vụ của bạn là đánh bi cái chạm vào 2 bi màu đỏ và vàng để ghi điểm. Chế độ Bida phăng 9 bi : Đánh lần lượt theo thứ tự từ 1 đến 9 để ghi điểm. Chế độ Bida phăng 15 bi : Bạn có thể đánh tự do các bi. Di chuyển Chuột để điều
Bida Snooker. Kiểu chơi này được chơi với 15 bi màu đỏ có số khác với bi chủ và 6 viên bi khác màu. Với kiểu chơi này các tay cơ phải đánh bi vào lưới theo các số thứ tự từ tháp đến cao. Bi mục tiêu có giá trị điểm như sau: 1 – đỏ, 2 – vàng, 3 – xanh lá, 4 – nâu, 5
Bida 4 bi is a Video/Clip channel related to billiards. Bida Libre, hay còn gọi là Bida phăng: Đây là môn Bida tự do, cách chơi rất đơn giản, ai cũng có thể chơi được
Uzun vadesi şu an sıkıntı ama kısa vade için baya iyi duruyor 4 saatlikte gördüğünüz gibi bi daralma var. 0.486 altında 4 saat kapattırmamaya çalışıyorlar 5 gündür.Btc nin her olumlu hareketine sert bi tepkiyle cevap veriyor bunu yeniden yapabilir.Ufak zarar kes göze alınarak 0.486 altında 4 saat kapatırsa işlemden çıkılır.Uzun iğnelerle ciddi karlar verebilir
h1c1Rj. Capa Economia Dinheiro em Ação O Brasil registrou fluxo cambial total negativo de 1,505 bilhão de dólares em maio, puxado pela saída de moeda pela via financeira, após encerrar abril com entradas líquidas de 627 milhões de dólares, informou nesta quarta-feira o Banco Central. Os dados mais recentes são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado. Pelo canal financeiro, houve saídas de 8,101 bilhões de dólares em maio. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Pelo canal comercial, o saldo de maio foi positivo em 6,596 bilhões de dólares. Nos dois primeiros dias úteis de junho, o país registra fluxo cambial positivo de 969 milhões de dólares. Já no acumulado do ano até 2 de junho, o cambial total está positivo em 12,780 bilhões de dólares. ÍNDICE DE COMMODITIES O BC informou ainda que o Índice de Commodities - Brasil IC-Br, indicador que serve de referência para os preços de commodities negociadas pelo país, recuou 4,68% em maio. Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
O business intelligence é responsável por utilizar estrategicamente dados nas organizações a partir da coleta, tratamento e análise de todo e qualquer tipo de informação relevante, possibilitando as melhores decisões para os negócios. Cada processo, atividade, rotina e forma de comunicação podem ser trabalhados para alcançar melhores resultados e obter maior vantagem competitiva. A inteligência de negócios significa um passo além para as empresas se reinventarem, tanto interna como externamente. Ou seja, é algo fundamental para otimizar e modernizar seus processos, bem como para ajudar em um reposicionamento perante público-alvo, clientes, fornecedores e competidores. O uso de informações para influenciar a estratégia da corporação é uma prática que sempre existiu, mas até então as empresas apenas haviam arranhado a superfície. Com apoio de soluções tecnológicas e plataformas de analytics, o trabalho foi aprofundado. Assim, as leituras passaram a ser mais assertivas, bem como a qualidade dos insights. Hoje, o business intelligence é um tema em voga na maioria das empresas — e é essencial para o sucesso das maiores ou mais inovadoras delas. Portanto, é mais do que necessário compreender o seu conceito e como aplicar na sua estrutura organizacional. Se você quer entender melhor o que é BI e como ele é fundamental na gestão, continue com a leitura deste artigo e descubra! O que é business intelligence BI? O BI — Business Intelligence, ou Inteligência de Negócios — consiste na coleta, armazenamento, tratamento, análise e aplicação de dados, que são essenciais para tomadas de decisões mais assertivas. De acordo com o Glossário de Termos da Gartner, o BI é “um termo abrangente que inclui os aplicativos, infraestrutura e ferramentas, e as melhores práticas que permitem o acesso e a análise de informações para melhorar e otimizar decisões e desempenho”. Hoje, o BI é extremamente importante para definir uma estratégia e montar um plano de ação. Ele proporciona insights e descobertas sobre qualquer assunto referente ao negócio, que podem ser aplicáveis no dia a dia, seja em técnicas operacionais, pesquisa de mercado, estudo de público, comunicação, etc. Vale ressaltar que o business intelligence não se trata de uma tecnologia, e, sim, de um conceito, muito embora ferramentas, softwares e soluções inovadoras possam compor o processo. Outro diferencial é seu propósito de facilitar os processos da gestão empresarial, sendo acessível para todos os envolvidos. Como processo, o business intelligence busca transformar e ressignificar o grande volume de informações sobre um tópico relacionado ao negócio. Assim, com leitura aprofundada dos dados, suas variações, características e histórico, busca-se encontrar a inteligência acionável. Ou seja, insights que se transformem, aí sim, em inteligência para então serem aplicados na empresa em suas diversas frentes — e em especial ao planejamento estratégico. Como surgiu o business intelligence? Hoje em dia, aceitam-se duas conceituações sobre business intelligence. O Business Intelligence mais tradicional, escrito com as iniciais maiúsculas, surgiu na década de 1960 como um sistema real, utilizado para compartilhar informações entre as empresas. Ou seja, mesmo lá atrás, o intuito era explorar o potencial dos dados — por mais superficiais que fossem. Com o avanço tecnológico na década de 1980, ele se desenvolveu a ponto de ser um recurso a mais para auxiliar na tomada de decisões. Ainda assim, era algo mais exclusivo e mesmo limitado, sem o caráter de serviço que possui hoje. Já o conceito moderno de BI é a evolução natural do tradicional Baseado em modelo de serviços, o business intelligence se aplica com auxílio de plataformas especializadas. Elas tornam o processo de análise de informações mais fácil e extremamente aprofundado. Possuem características como dar maior autonomia aos usuários e a segurança dos dados, bem como a usabilidade flexível que permite que qualquer um possa adentrar o mundo dos dados e gerar insights valiosos para o seu negócio. Aliás, sua popularidade só cresce. Dados do 360Suite mostram que, até 2020, a taxa global de adoção do BI nas empresas era de 26%. Qual é o principal objetivo do business intelligence? O principal objetivo do BI é fazer com que a empresa tome decisões corporativas de modo mais assertivo. Com base em informações — internas e externas — o negócio direciona seu planejamento estratégico, sem depender da “tentativa e erro”. Ou seja, o BI busca promover a empresa um status de empresa competitiva no mercado, com diferenciais que a destaquem da concorrência. Assim, com acesso a uma base de dados e com auxílio de ferramentas tecnológicas, é possível conhecer melhor cada frente de negócio. A qualidade real das suas entregas, as necessidades reais dos seus clientes e as características reais dos seus concorrentes. Ou seja, sua empresa passa a atuar baseada em inteligência assertiva, uma realidade onde nem todas as decisões são holísticas, mas fruto de uma leitura analítica do mercado. O resultado? Crescimento e desenvolvimento geral, mas especialmente financeiro. De acordo com a Tableau, uma empresa que investe em uma solução BI pode ter até 127% de ROI em apenas 3 anos. Como funciona o business intelligence? A informação por si só não gera nenhum valor para as organizações. Um dos principais pontos de destaque do business intelligence é que sua coleta de dados agrega novos pontos de vista e aplicações de estratégias na prática, e funciona em empresas de diversos segmentos. Mas como o processo de BI funciona, de fato? Por mais complexo que possa parecer, sua composição é dividida em etapas, classificadas como coleta, análise, compartilhamento e monitoramento. Vamos conferir cada uma delas mais de perto. Coleta Na coleta de dados, é determinado qual tipo de informação é útil para o negócio, e qual o objetivo que se deseja alcançar. A fim de analisar e entender quais estratégias devem ser adotadas para aumentar receita, os dados coletados virão de investimentos, vendas e custos de produção, por exemplo. É nessa fase que acontece também a limpeza de base de dados para selecionar o que de fato é interessante de acordo com o objetivo do estudo. Além disso, se você deseja melhorar sua comunicação e alinhar a postura da marca em relação à expectativa do público, é necessário coletar dados e histórico de interações com clientes, seja os de redes sociais, comentários em publicações do site, SAC, etc. Análise de dados Uma vez feita a coleta das informações, é hora de definir as métricas responsáveis por interpretá-las. Também é estabelecida a organização dos dados, que facilita a visualização e a comparação. Além do mais, os relatórios ficam disponíveis em dashboards, disponibilizados para consultas e atualizações sempre que necessário. Compartilhamento Determinadas informações interessam os setores específicos da empresa. Portanto, os relatórios devem ser encaminhados às suas respectivas áreas correspondentes, para que gestores e colaboradores possam trocar ideias e tomar as melhores decisões. Monitoramento Os resultados e os insights trazidos pelo processamento de dados devem contar com constante monitoramento e revisão, buscando, acima de tudo, novas fontes de dados, que estejam alinhadas à movimentação do mercado, do público e da própria organização. Em quais áreas de uma empresa o business intelligence pode ser implementado? Uma das principais vantagens do business intelligence é que toda e qualquer organização pode utilizar os dados para transformar suas operações. A grande discussão, portanto, se volta para a estrutura da empresa quais setores podem se beneficiar do BI? Sendo bem justo podemos considerar todos. Do atendimento à operação, do administrativo ao suporte técnico. O ideal é entender em quais pilares organizacionais sua empresa mais sente falta de direcionamento. Além disso, é preciso buscar por objetivos específicos, como Otimização, redução de custos, qualidade, produtividade, oportunidades, benchmarking, market share, entre outros. Assim, é possível encontrar ferramentas específicas ou plataformas amplas que possuam os recursos analíticos necessários para ajudar na melhoria dos processos. Digamos que sua empresa busca melhorar os índices de produtividade do chão de fábrica. Enquanto o escritório consegue entregar projetos antes do prazo, a fábrica peca nos retrabalhos e mantém uma média de atrasos que incomodam a diretoria e afetam no faturamento. Com auxílio de uma ferramenta de BI, você consegue integrar dados de cada setor do negócio. Assim, tem acesso à informações aprofundadas sobre as etapas de qualquer projeto. No exemplo em específico, seria capaz de analisar não apenas o tempo de fábrica do projeto, mas informações e dados qualificados sobre sua execução. No caso, o problema detectado não estaria exatamente na produção, mas na demora do fornecedor e no tempo de manutenção. Essas métricas seriam relevantes para, de forma rápida, você e os gestores do negócio traçarem um plano de ações para trocar o fornecedor específico bem como aprimorar o método de seleção. Além disso, a métrica de manutenção seria utilizada para entender o nível de prontidão dos técnicos da fábrica. Talvez a demora fosse causada por uma falta de conhecimento das máquinas? Ou seria realmente uma questão de modernizar a rotina de inspeções, adotando conceitos como manutenção preditiva? Percebe como há um mundo de possibilidade e que todas as ramificações podem servir de tração para a melhoria pontual e também geral da sua empresa? Exemplos de BI O BI pode ser aplicado em várias áreas, sempre com esse intuito de utilizar dados para embasar decisões estratégicas. Na área de vendas, uma empresa de varejo pode utilizar o BI para compreender dados de vendas que indiquem tendências de comportamento de compra do cliente. Usando essas informações, é possível antecipar uma necessidade ou objeção dos clientes e fazer um ajuste no preço do produto, por exemplo. Já na logística, você pode monitorar de perto os processos, podendo diagnosticar a formação de gargalos produtivos e resolvê-los antes que se tornem um problema. Esses são dois exemplos simples, porém o BI pode ser usado em todas as áreas de uma empresa, tanto para ações internas quanto externas. Business intelligence X Big Data Apesar de semelhantes, BI e Big Data não são sinônimos. Tratam-se de conceitos próximos, até mesmo “primos”, que correspondem a diferentes fontes de dados e estilos analíticos. Calma que vamos explicar. Você já entendeu o que é business intelligence, certo? Um conceito que visa buscar na leitura de dados do negócio e do mercado respostas para questões restritas à empresa. Esse processo se dá com a análise de dados estruturados um banco de dados organizados, por exemplo, que são catalogados e classificados em um sistema próprio. Já o Big Data se trata de algo com maior amplitude. Quando falamos apenas em “Big Data”, falamos na grande massa de dados presente no ambiente digital — dados esses que são, em sua maioria, não-estruturados. Ou seja, são fotos, imagens, arquivos de voz, arquivos de texto, etc. Cada empresa, porém, pode utilizar esses dados da forma que quiser. É preciso, no entanto, de tecnologia para coletar, armazenar e processar essas diferentes informações. Entende agora porque mexer com Big Data é algo um tanto mais complexo que o BI? No BI, suas ferramentas se alimentam de dados estruturados cuja fonte você conhece, pois as programou para realizar essa troca. Sua análise é mais rápida, bem como o seu processamento. Assim, é possível responder questões específicas do negócio. Já no caso do Big Data, o processamento é mais demorado e complexo. Afinal, ressignificar dados não-estruturados é uma verdadeira missão. Normalmente, o recurso é utilizado para buscar respostas mais amplas, relativas à mercado ou preferências de consumidores. 7 Motivos para as empresas investirem em business intelligence Uma decisão errada pode representar um grande risco para sua organização. Nesse sentido, não seria ideal correr menos riscos e garantir resultados positivos para sua empresa? O business intelligence é um forte aliado ao transformar um volume alto de informações em vantagens para o desenvolvimento do negócio. Os sistemas de BI são acompanhados por softwares, que eliminam gargalos em processos normalmente executados manualmente, como registros de informações, arquivamento de documentos, duplicação de dados e números desatualizados, por exemplo. Toda a inteligência levantada é monitorada e avaliada com métricas e indicadores confiáveis. Em outras palavras, com a análise de histórico, é possível ter ampla noção sobre decisões futuras, prevendo cenários e identificando oportunidades. Também é possível identificar novos nichos de mercado, e sair na frente da concorrência ao atender dores de consumidores, rever parcerias e se adaptar com mais facilidade às mudanças da economia. Entre outros benefícios trazidos por esse processo, é possível apontar 1. Auxílio na tomada de decisões O processo de comparação de dados e geração de relatórios possibilita que você analise os cenários com maior eficiência e exatidão. Assim, cada decisão é tomada com base em informações assertivas — com riscos controlados e até altos índices de previsibilidade. 2. Vantagem competitiva no mercado Com maior visão sobre seus processos e sobre a percepção dos clientes sobre a empresa, é possível planejar-se de uma forma mais eficiente. Afinal, você conhecerá tendências, comportamentos de consumidores e ações de concorrentes. Assim, você está sempre um passo à frente do mercado, conquistando maior vantagem competitiva. 3. Melhoria nos processos internos Uma empresa otimizada e alinhada com uma estratégia de Inteligência de Negócios, sabe olhar para dentro da sua estrutura e encontrar erros e oportunidades de melhoria. Assim, seu negócio não “patina” na lama e conquista melhorias operacionais com impactos em curto prazo. 4. Apresentação de dados sobre o comportamento do consumidor Você conhece de verdade o seu consumidor ou apenas acha que conhece? O BI lhe dá maior poder sobre seu histórico, o que possibilita entender seu perfil e mapear tendências. Além disso, com um histórico completo de navegação e comportamento do usuário é possível identificar desafios que ele possui no processo de compra, suas principais dificuldades e dúvidas em relação ao seu produto. Fomentando o chamado Customer Experience. 5. Identificação de oportunidades Com o BI, sua empresa visualiza todo mercado com uma lupa. Dessa forma, se destaca da concorrência ao identificar oportunidades de negócio e de melhoria que potencializem resultados. 6. Aumento da lucratividade Como você mesmo leu um pouco antes, o BI contribui para uma operação mais rentável. Afinal, decisões assertivas levam a melhores negócios feitos, bem como na redução de erros, o que evita custos desnecessários como os gerados com retrabalho, dessa forma, deixando uma margem de lucros mais generosa. 7. Prevenção de falhas Por fim, o business intelligence serve para melhorar a forma que sua empresa produz — em todos os setores. Com análise criteriosa das entregas e da rotina produtiva, é possível otimizar os processos de forma a se tornarem enxutos e padronizados, reduzindo as falhas. 4 Dicas essenciais para implementar o business intelligence em sua empresa? O business intelligence é um tema que atrai o interesse de qualquer gestor que deseja desenvolver o próprio negócio. No entanto, por onde começar a aplicá-lo na empresa? Abaixo, separamos 4 dicas que podem ajudar no início do processo! Defina os objetivos de seu negócio Lembra que anteriormente falamos sobre a importância de entender os objetivos do negócio para então adotar o BI? Se trata exatamente disso descobrir o que sua empresa necessita na esfera estratégica crescimento, redução de custos, maior market share, etc, para então saber como conduzir o BI! Estabeleça os KPIs Agora, você deve entender os indicadores-chave de desempenho para alcançar esses objetivos e estabelecê-los como meta no planejamento estratégico. Escolha uma ferramenta Não há BI sem uma ferramenta tecnológica que possibilite integrar áreas, dados e ainda entregar todo potencial analítico que o tema exige. Por isso, busque por opções realmente completas, que sejam destaque no mercado e se adequem às necessidades da sua empresa! Engaje a equipe Por fim, traga a equipe junto no processo de implementação. Eduque-os sobre o assunto e fale da importância do fluxo de dados para que o negócio — e o trabalho de cada uma — se desenvolva e melhore! O que faz um profissional de business intelligence? É de responsabilidade do profissional de business intelligence cuidar do funcionamento da estratégia em todos os níveis. Ou seja, é ele quem vai analisar os dados e direcionar as decisões dos líderes da empresa. Para esse profissional, é importante ter conhecimento em ferramentas e softwares específicos para fazer a coleta, análise e apresentação desses dados de forma que facilite seu uso em estratégias. Sem dúvidas essa é uma das funções mais complexas a serem desempenhadas dentro de uma empresa, já que envolve conhecimentos variados. O uso de um software robusto é fundamental para que esse papel seja realizado com excelência. Isso porque, em suma, o papel principal do profissional de BI é oferecer insights precisos e bem embasados para que os gestores tomem decisões assertivas. Quais são as tendências de business intelligence para os próximos anos? Não pense que o business intelligence se manterá igual. Na verdade, é um tema em constante evolução e extremamente influenciado pelas mudanças de mercado, dos consumidores e da concorrência. Tudo influencia sua Inteligência de Negócios, por isso é importante manter os olhos abertos. Confira 4 das principais tendências que podem impactar sua prática Inteligência artificial Uma demanda que só cresce exige modelos produtivos mais adequados. Não há equipe para lidar com tantos projetos, então como proceder? A inteligência artificial e o aprendizado de máquina surgem como alternativas viáveis! Storytelling nos dados Os dados de um negócio não são informações etéreas. Pelo contrário, se unidos, eles podem contar histórias que, se interpretadas de forma correta, podem indicar um caminho de sucesso para a empresa. Nuvem Cada vez mais empresas migram seus dados para a nuvem. O ambiente, escalável e moderno, oferece facilidades no armazenamento das informações e flexibiliza o seu processamento. Análises preditivas e prescritivas O BI permite um olhar extenso sobre a relação dos dados com sua empresa. Ou seja, é possível tanto analisar o passado análise preditiva em busca de insights para decisões acertadas, como prever de várias formas o futuro análise prescritiva buscando entender o efeito dessas decisões em diferentes cenários. Ferramenta para business intelligence E agora, qual o próximo passo? Após entender os objetivos do seu negócio, é preciso buscar a ferramenta para business intelligence que mais se adeque à sua empresa. Felizmente, opções não faltam, visto que esse é um segmento em franca expansão. Sua escolha deve mirar uma solução robusta e inovadora, que potencialize sua capacidade analítica e seja o braço direito de uma reformulação dos negócios. Essa ferramenta existe é o BI da TOTVS! Conheça o BI da TOTVS O BI da TOTVS é uma plataforma completa para análise de dados de mercado, do seu negócio e dos consumidores. Com recursos incríveis, como dashboard e indicadores que facilitam o entendimento sobre a atuação da sua empresa, é possível extrair insights riquíssimos que vão te ajudar a direcionar as decisões de negócio. A plataforma ajuda sua empresa a integrar dados, explorar o potencial do Big Data, processar informações, gerenciar a entrada de insights e realizar toda governança para maior proteção das informações. Além disso, é integrável com diversos ERPs do mercado e claro, com toda suíte de soluções TOTVS, além de ser hospedado na nuvem e com app mobile. Incrível, certo? Então confira mais sobre as possibilidades do BI da TOTVS para a sua empresa! Conclusão Ao longo deste conteúdo explicamos o que é o BI e sua importância para as organizações. Abordamos as principais vantagens em adotá-lo e como se dá o seu funcionamento e aplicação na prática. A TOTVS é a maior empresa de tecnologia do país e acredita no Brasil que faz. Com sistemas e soluções que atendem a 12 segmentos de mercado, nossos softwares se encaixam exatamente nas necessidades de cada negócio, seja ele de pequeno, médio ou grande porte. O nosso objetivo é levar mais produtividade às empresas com tecnologias especializadas. Se você gostou deste artigo, confira agora como o BI dashboard pode fazer total diferença para sua empresa. Para ficar por dentro de todas as novidades, continue acompanhando o blog da TOTVS e não deixe de assinar a newsletter! Perguntas Frequentes sobre Business Intelligence BI Qual o objetivo do Business Intelligence? O principal objetivo do Business Intelligence é ajudar empresas na melhor tomada de decisões com foco em dados para ações corporativas mais assertivas. Com base em informações — internas e externas — o negócio direciona seu planejamento estratégico, sem depender da “tentativa e erro”. Como funciona o Business Intelligence? O processo de Business Intelligence é contínuo e sempre atento à tendências e rupturas de mercado. No dia a dia, sua composição é dividida em algumas etapas. São elas coleta, análise, compartilhamento e monitoramento. Diferenças entre BI e Big Data? O Business Intelligence busca a partir da análise de dados uma ou mais respostas para questões relacionadas à empresa ou ao modelo de negócio. Já o big data é uma grande massa de dados deixados por usuários e clientes em contato a diferentes plataformas.
Com cada vez mais dados à nossa disposição, é cada vez mais difícil nos concentrar nas informações relevantes para os nossos problemas e apresentá-las de forma prática. É disso que trata o Business Intelligence. As ferramentas de BI facilitam o uso de dados corretos e a visualização de maneiras que nos permitam entender o que eles significam. Mas o quão simples esse processo é e como você pode visualizar os dados depende da ferramenta usada? Escolher o caminho certo para suas necessidades se torna importante. Aqui, reunimos uma dúzia de ferramentas de BI populares e altamente conceituadas para ajuda-lo a descobrir o que os dados da sua organização podem informar sobre os seus negócios. 1 – Board A Board International combina três ferramentas em uma BI, análise preditiva e gerenciamento de desempenho. Oferece módulos para Finanças planejamento, consolidação, RH mapeamento de habilidades, planejamento de força de trabalho, Marketing análise de mídias sociais, monitoramento de lealdade e retenção, Cadeia de Suprimentos otimização de entrega, gerenciamento de fornecedores, Vendas análise de cross-selling e up-selling e TI KPIs, níveis de serviço. A empresa é suíça, mas o software está disponível em inglês, espanhol, chinês, japonês, francês, alemão e italiano. – Classificação Gartner Peer Insights de 5 – Público-alvo variado – Recursos notáveis suporte a idiomas – Preço a taxa de licença por usuário varia de acordo com a função 2 – Domo A Domo é uma plataforma baseada na nuvem que oferece ferramentas de Business Intelligence adaptadas a vários setores como serviços financeiros, assistência médica, manufatura e educação e funções incluindo CEOs, vendas, profissionais de BI e trabalhadores de TI. Os CIOs podem começar verificando como a Domo lida com dados da AWS, Jira, GitHub ou New Relic antes de analisar como mais de 500 outras integrações podem ajudar o restante da empresa. – Classificação Gartner Peer Insights – Público-alvo CEOs, Marketing e Vendas, profissionais de BI – Recursos notáveis interface móvel robusta – Preços Taxa de licença anual. O plano profissional limita o armazenamento de dados a 250 milhões de linhas; não há limites no plano da empresa 3 – Dundas BI O Dundas BI, da Dundas Data Visualization, é mais usado para criar dashboards e scorecards, mas também pode gerar relatórios padrão e ad-hoc. A análise e a visualização são realizadas por meio de uma interface da Web que pode se adaptar às habilidades dos usuários usuários avançados e usuários padrão veem recursos diferentes. A versão mais recente pode extrair dados do Google Analytics, Snowflake e Salesforce Pardot, entre outras fontes. O Dundas BI foi adaptado para 19 indústrias, incluindo tecnologia limpa, mineração e construção, além de serviços bancários e de saúde. – Classificação Gartner Peer Insights – Público alvo C-suite, RH, finanças, Vendas, Marketing, Atendimento ao cliente – Recursos notáveis Interface HTML5 flexível que se adapta a qualquer dispositivo – Preço com base em usuários simultâneos 4 – Google Data Studio Sabemos que o Google está constantemente analisando a web, mas o que ele pode fazer com nossos dados corporativos? O Google Data Studio começou como uma ferramenta para dashboards e relatórios sobre dados do Google Analytics. Agora ele tem sido sobrecarregado com acesso a informações de Recrutamento, Marketing e Vendas também, por meio de conectores para a Criteo, LinkedIn, MailChimp, PayPal, Salesforce, Stripe, Twitter e qualquer coisa que você possa colocar em uma planilha ou banco de dados SQL. Naturalmente, está hospedado na nuvem e tem uma interface da web. – Classificação Gartner Peer Insights – Público-alvo qualquer pessoa com uma conta do Google – Características notáveis O preço – Preços Grátis 5 – Looker A Looker adota uma abordagem dupla para o Business Intelligence permite que os usuários explorem os dados à sua maneira, mas também trabalha com especialistas para ajudar aqueles que realmente não sabem o que estão procurando. Faz isso permitindo que outros fornecedores de software envolvam seus recursos de análise em aplicativos verticais “Powered by Looker”. A partir do início do ano que vem, ele se conectará ao serviço BQML BigQuery Machine Learning do Google para desenvolver modelos preditivos. – Classificação Gartner Peer Insights – Público-alvo PME – Recursos notáveis baseados na Web, podem acessar dados ao vivo de qualquer banco de dados SQL – Preço sob demanda, varia de acordo com o número de usuários e conexões do banco de dados 6 – Microsoft Power BI Com o aplicativo Power BI Desktop para Windows, os usuários podem analisar e visualizar dados de fontes locais ou da nuvem, publicando seus relatórios na plataforma Power BI. A versão gratuita Author atende a usuários isolados; A versão Pro facilita a análise colaborativa, por uma taxa mensal, aproveitando o Microsoft Office365, o SharePoint e as equipes para controlar o acesso a dados brutos e aos relatórios publicados. Para empresas que desejam mais, a camada Premium possibilita a preparação de dados de autoatendimento com conectores pré-construídos para dados corporativos mantidos no Microsoft Dynamics 365, Azure SQL Data Warehouse ou fontes de terceiros, como Salesforce. – Classificação Gartner Peer Insights – Público-alvo lojas da Microsoft – Recursos notáveis o aplicativo para dispositivos móveis permite a anotação na tela de toque dos relatórios – Preços Três níveis Author gratuito, Pro US $ 9,99 por usuário por mês e Premium com base na capacidade 7 – Qlik O objetivo da Qlik é dar a qualquer pessoa na empresa acesso a todos os dados – sujeito, é claro, às políticas corporativas de governança de dados. Pode associar determinados dados a todos os demais para facilitar a busca por conexões. O Qlik Sense, a ferramenta de autoatendimento para acessar esse recurso analítico, vem nas versões em nuvem e on-premise. – Classificação Gartner Peer Insights – Público-alvo todo o empreendimento – Recursos notáveis O Associative Engine pode analisar todos os seus dados, em tempo real – Preços versões limitadas são gratuitas; as funções de colaboração custam de US$ 15 por usuário ao mês para o Qlik Sense Cloud Business 8 – Salesforce O Einstein Analytics é a tentativa da de melhorar o BI com a Inteligência Artificial. Seu objetivo é estender o acesso de autoatendimento aos dados para os usuários em toda a empresa, com uma aparência semelhante à das interfaces Reports e Dashboard. O Einstein Discovery permite que os usuários criem modelos preditivos a partir de seus dados, o que não se limita aos dados mantidos na nuvem do Salesforce o Einstein pode extrair dados do Oracle, do SAP e de outras fontes. Existem modelos específicos para cada setor e ferramentas personalizadas para departamentos de Vendas, Marketing e TI. – Classificação Gartner Peer Insights – Público-alvo usuários finais – Recursos notáveis IA para BI na própria nuvem Salesforce – Preço US$ 75 por usuário ao mês para as Einstein Predictions, personalizadas para o Einstein Analytics Plus necessário para importar dados externos 9 – SAS Visual Analytics A abordagem do SAS Institute no BI é sua ferramenta Visual Analytics. Destina-se a destacar automaticamente as principais relações nos dados. Na versão mais recente, você pode escolher uma variável e mostrar-lhe quais elementos de seus dados a influenciam e como. Outros recursos incluem análise de sentimento para extração de dados de mídias sociais e outros textos, geração automática de gráficos, mapeamento e preparação de dados de autoatendimento. A implantação pode on-premise, em nuvens públicas ou privadas ou na plataforma Cloud Foundry como um serviço. – Classificação Gartner Peer Insights – Público-alvo usuários em grandes empresas – Recursos notáveis funções de análise automatizadas – Preços sob demanda 10 – SiSense A pilha de software de BI da SiSense cobre tudo, desde o banco de dados até ETL e Analytics, até a visualização – e afirma que seu mecanismo de banco de dados In-Chip é mais rápido até do que os bancos de dados em memória. Está disponível on-prenise ou na nuvem. Existem soluções para Finanças, Marketing, Vendas, RH e TI, bem como serviços de atendimento ao cliente e departamentos de operações e logística. O SiSense também possibilita oferecer as ferramentas de análise para usuários fora da empresa, incorporando-as em aplicativos web. – Classificação Gartner Peer Insights – Público-alvo normalmente, as PME – Recursos notáveis Cliente totalmente baseado na web, incluindo a preparação de dados – Preços sob demanda 11 – Tableau Os recursos do Tableau incluem mapeamento e análise de pesquisas e dados de séries temporais. Seu truque mais recente é utilizar as técnicas do Processamento de Linguagem Natural para permitir que os usuários descrevam o que desejam ver, em vez de clicar e arrastar para criar consultas de fórmulas. É possível executar o software on-premiseq, escolher uma nuvem pública ou optar por tê-lo totalmente hospedado pela Tableau. Oferece versões personalizadas para mais de uma dúzia de setores, incluindo Serviços Bancários, de Saúde e Manufatura, com suporte para os departamentos Financeiro, de RH, de TI, de Marketing e de Vendas. – Classificação Gartner Peer Insights – Público-alvo empresas de médio e grande porte – Recursos notáveis a Tableau usa PLN para permitir que os usuários digam o que desejam ver – Preços cada implantação precisa de pelo menos um Tableau Creator US $ 70 / mês; outros podem ser Viewers de US $ 12 / mês, min. 100 ou Explorers de US $ 35 / mês, min. 5
Tempo estimado de leitura 4 minutos. O que é BI-RADS? O termo BI-RADS, um acrônimo em inglês para Breast Image Reporting and Data System, é uma classificação desenvolvida em 1993 pelo Colégio Americano de Radiologia ACR com intuito de padronizar os relatórios mamográficos, de forma a minimizar os riscos de má interpretação dos laudos da mamografia e facilitar a comparação de resultados para futuros estudos clínicos. O ACR BI-RADS, portanto, é uma forma padronizada de relatar os achados radiológicos da mamografia, o que reduz em muito o risco de interpretações subjetivas de laudos puramente descritivos e impede que um mesmo achado seja interpretado de forma diferente entre o médico radiologista que realizou o exame e o médico assistente da paciente que solicitou o exame. A classificação também ajuda o médico assistente a saber quando a investigação de um nódulo suspeito deve ser complementada com outros métodos e quando ela pode ser satisfatoriamente interrompida apenas com o resultado da mamografia. Ele ajuda também a padronizar as condutas médicas. Inicialmente proposta como uma classificação para os relatórios da mamografia, o BI-RADS atualmente também tem sido usado para descrever laudos de ultrassonografia mamária e de ressonância magnética das mamas. Classificação ACR BI-RADS Se você faz uma mamografia e apresenta alguma lesão suspeita, seja ela um nódulo, um cisto, uma calcificação ou uma lesão claramente maligna, é importante que o laudo desta mamografia seja o mais direto e compreensível o possível. Para que todos os médicos, independentemente das suas especialidades, possam entender e interpretar os resultados da sua mamografia de modo uniforme, o radiologista precisa sintetizar os achados mamográficos usando uma das 6 categorias da classificação de BI-RADS. Através desta classificação, o seu médico poderá facilmente distinguir a probabilidade da sua lesão ser maligna ou benigna. O que descrevemos a seguir são as 6 categorias de classificação do Colégio Americano de Radiologia. BI-RADS categoria 0 – Exame inconclusivo Quando o radiologista classifica o seu resultado como BI-RADS 0, isso significa que ele considerou o exame inconclusivo ou incompleto. As causas para uma categoria 0 incluem fatores técnicos, tais como imagens de baixa qualidade, que podem ser devidos ao posicionamento inadequado da mama ou à movimentação da paciente durante o exame. A categoria 0 também pode ser atribuída quando há dúvida sobre a existência ou não de uma lesão, havendo necessidade de realizar outro exame de imagem para tirar a prova, como ultrassonografia ou ressonância magnética. A disponibilização de laudos de mamografia anteriores para que o médico radiologista possa comparar imagens antigas com as imagens atuais diminui o risco de a mamografia ser classificada como BI-RADS 0. Por exemplo, uma lesão de difícil avaliação, mas que existe há vários anos e nunca mudou de aspecto, fala claramente a favor de uma lesão benigna. Com o auxílio de resultados anteriores, o médico pode mudar a classificação de categoria 0 para categoria 2 ver mais adiante. Portanto, um BI-RADS 0 não indica nem que a lesão é provavelmente benigna, nem que é provavelmente maligna. A categoria 0 indica um exame inconclusivo que deve ser repetido. BI-RADS categoria 1 – Exame normal ou exame negativo Quando o radiologista classifica o seu resultado como BI-RADS 1, isso significa que a mamografia não apresenta nenhuma alteração. O exame é completamente normal. As mamas são simétricas e não foram visualizadas massas, distorções de arquitetura ou calcificações suspeitas. O risco de lesão maligna em um exame classificado como categoria 1 é de 0%. BI-RADS categoria 2 – Exame com achados certamente benignos Quando o radiologista classifica o seu resultado como BI-RADS 2, isso significa que ele encontrou alguma alteração na mamografia, mas que as características da lesão permitem afirmar que ela é benigna. Entre as lesões que costumam ser encontradas em exames com classificação BI-RADS 2, podemos citar Fibroadenomas calcificados. Cistos simples da mama. Linfonodos intra-mamários. Calcificações vasculares. Lipomas. Hamartomas. Calcificações de origem secretória. Implantes de silicone. Cicatriz cirúrgica. Para ser classificado como categoria 2, o médico precisa ter segurança para afirmar que a lesão é de origem benigna. Se o médico tiver dúvidas, o resultado não pode ser classificado como BI-RADS 2, mas sim como BI-RADS 3. Portanto, na prática, um resultado BI-RADS 2 tem o mesmo valor clínico de um BI-RADS 1. O risco de lesão maligna é de 0%. BI-RADS categoria 3 – Exame com achados provavelmente benignos Quando o radiologista classifica o seu resultado como BI-RADS 3, isso significa que ele encontrou alguma alteração na mamografia, que provavelmente é benigna, mas que ele não tem 100% de segurança. Por mais que o médico tenha quase certeza que a lesão é benigna, se ele tiver a mínima dúvida, a classificação deve ser categoria 3. Quando o exame é classificado como BI-RADS 3, a conduta sugerida é repetir a mamografia após 6 meses. Se o novo exame também for categoria 3, uma nova mamografia é repetida após mais 6 meses 12 meses após a primeira. Se nessa mamografia o resultado for o mesmo, uma última reavaliação mamográfica deve ser realizada após mais 1 ano 2 anos após o resultado inicial. Se após 2 anos, a lesão permanecer igual, o radiologista pode considerá-la um BI-RADS 2. Por outro lado, se em algum momento do seguimento a lesão mudar de características e se tornar mais suspeita, a classificação deve ser mudada para BI-RADS 4 e a lesão deve ser biopsiada. Vários estudos já mostraram que esse seguimento semestral não acarreta risco para a paciente. Mesmo nos raros casos em que a lesão muda de característica e passa a haver a suspeita de malignidade, a espera não traz prejuízos à saúde da paciente. Portanto, um resultado na categoria 3 indica uma lesão com baixíssimo risco de malignidade, que não precisa ser inicialmente biopsiada, mas que, por prudência, deve ser seguida de perto ao longo dos próximos 2 anos. O risco de lesão maligna do BI-RADS 3 é de apenas 2%, ou seja, 98% dos casos são mesmo lesões benignas. BI-RADS categoria 4 – Exame com achados suspeitos Quando o radiologista classifica o seu resultado como BI-RADS 4, isso significa que ele encontrou alguma alteração na mamografia, que pode ser um câncer, mas que não necessariamente é um câncer. Todas as pacientes com um resultado BI-RADS 4 devem ser submetidas à biópsia da lesão para que o diagnóstico correto possa ser estabelecido. A categoria 4 costuma ser dividida em 3 sub-categorias conforme o risco de câncer BI-RADS 4A lesão com baixa suspeita de malignidade – 2 a 10% de risco de câncer. BI-RADS 4B lesão com moderada suspeita de malignidade – 11 a 50% de risco de câncer. BI-RADS 4C lesão com elevada suspeita de malignidade – 51 a 95% de risco de câncer. Independentemente da sub-categoria de BI-RADS 4, todos os casos devem ser submetidos à biópsia. A diferença é que na paciente com BI-RADS 4A, o esperado é que a biópsia confirme uma lesão benigna, enquanto no BI-RADS 4C, o esperado é que a biópsia confirme o diagnóstico de câncer. BI-RADS categoria 5 – Exame com elevado risco de câncer Quando o radiologista classifica o seu resultado como BI-RADS 5, isso significa que ele encontrou alguma alteração na mamografia, que quase com certeza é derivada de um câncer da mama. Lesões das mamas com típicas características de câncer incluem nódulos densos e espiculados, calcificações pleomórficas, lesões com retração da pele ou distorções da arquitetura da mama, ou calcificações lineares finas dispostas num segmento da mama. Todas as lesões com categoria 5 devem ser biopsiadas. O risco de lesão maligna em um exame classificado como BI-RADS 5 é maior que 95%. BI-RADS categoria 6 – Exame com lesão maligna previamente conhecida A classificação BI-RADS 6 é utilizada apenas nas pacientes que já têm o diagnóstico de câncer de mama estabelecido e acabam por fazer uma mamografia para acompanhamento da doença, como, por exemplo, após início da quimioterapia. Essa classificação serve apenas para confirmar ao médico que a lesão maligna identificada na mamografia é a mesma já conhecida anteriormente. Classificação ACR para densidade das mamas Conforme a última atualização do Colégio Americano de Radiologia, as classificações BI-RADS também deve descrever as mamas da paciente, classificando-as de A a D conforme a sua densidade Mamas tipo A as mamas são quase inteiramente compostas por gordura. Cerca de 1 em cada 10 mulheres tem esse resultado. Mamas tipo B existem áreas dispersas de densidade fibroglandular. Indica haver maior densidade em algumas regiões da mama, mas a maior parte do tecido mamário é composto por gordura. Cerca de 4 em cada 10 mulheres têm esse resultado. Mamas tipo C as mamas são heterogeneamente densas. Indica haver algumas áreas de tecido com gordura, mas a maioria do tecido mamário é denso. Cerca de 4 em cada 10 mulheres têm esse resultado. Mamas tipo D os seios são extremamente densos. Indica que quase todo o tecido mamário é composto por tecido fibroglandular e quase nada por gordura. Cerca de 1 em cada 10 mulheres tem esse resultado. Por que a densidade das mamas importa? Além do câncer de mama ser mais comum em mulheres com mamas densas, um tecido mamário denso ACR tipo C ou D torna mais difícil a interpretação de uma mamografia, pois tanto o câncer quanto o tecido mamário denso aparecem brancos na mamografia. Mamas muito densas podem aumentar o risco de exame falso-negativo, ou seja, de que um câncer presente não seja detectado na mamografia. Tendo em conta as dificuldades na detecção precoce de lesões suspeitas quando os seios são densos, o médico pode solicitar estudos complementares de imagem, tais como ultrassom bilateral de mamas, tomossíntese mamária mamografia-3D ou ressonância magnética. Referências Diagnostic evaluation of women with suspected breast cancer – UpToDate. BI-RADS classification in mammography – European Journal of Radiology. BI-RADS Classification for Management of Abnormal Mammograms – The American Board of Family Medicine. Breast imaging-reporting and data system BI-RADS– BI-RADS categorization as a predictor of malignancy – Radiology. Understanding Your Mammogram Report – American Cancer Society. Médico graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, com títulos de especialista em Medicina Interna e Nefrologia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro UERJ, Sociedade Brasileira de Nefrologia SBN, Universidade do Porto e pelo Colégio de Especialidade de Nefrologia de Portugal.
Engarrafamentos também causam impactos em avenidas da Zona Norte da capital potiguar. Congestionamento no acesso à Ponte de Igapó, em Natal, na manhã desta sexta 9 — Foto Gustavo Brendo/Inter TV Cabugi Natalenses e moradores das cidades da região metropolitana enfrentam trânsito intenso nos acessos às duas pontes que ligam a Zona Norte - maior zona administrativa da capital - às demais regiões da cidade, na manhã desta sexta-feira 9. Os congestionamentos foram causados por fatores como as obras na avenida Felizardo Moura, que dá acesso à Ponte de Igapó, e a chuva que cai sobre a cidade desde a madrugada. Além disso, a Secretaria de Mobilidade Urbana STTU da capital não realizou a operação da faixa reversível na ponte Newton Navarro - normalmente usada para ampliar o número de faixas no sentido ao centro da cidade. Congestionamento no acesso à Ponte Newton Navarro em Natal — Foto Gustavo Brendo/Inter TV Cabugi Na quarta-feira 7, a pasta informou que a operação não aconteceria nesta sexta-feira 9, "devido ao feriado e baixo fluxo de veículos". O congestionamento causou impactos em avenidas importantes da região, como a João Medeiros Filho, Moema Tinoco e Conselheiro Tristão. Questionada pelo g1, a STTU informou, por volta das 8h25 que iria avaliar a possibilidade de enviar agentes ao local para fazer a operação da faixa reversível. Veja os vídeos mais assistidos no g1 RN Deseja receber as notícias mais importantes em tempo real? Ative as notificações do G1!
Por Ricardo Brito BRASÍLIA Reuters - Auditoria feita pela Controladoria-Geral da União CGU divulgada nesta sexta-feira apontou o pagamento potencialmente indevido de quase 2 bilhões de reais de auxílios voltados a taxistas e caminhoneiros durante o governo de Jair Bolsonaro. Segundo a CGU, mais de 1,39 bilhões de reais pagos a título de Auxílio-Taxista - 1 mil reais por mês por beneficiário, disponibilizado entre julho e dezembro do ano passado em caráter emergencial e boa parte em meio à campanha eleitoral. O benefício foi instituído por emenda aprovada pelo Congresso para enfrentar a emergência decorrente da alta do preço dos combustíveis. Segundo a CGU, dos beneficiários do programa, deles não cumpriram os critérios de elegibilidade ao benefício ou requisitos previstos normativamente para o exercício da atividade. Isso representa 78% dos beneficiários. Na lista de beneficiários indevidos, conforme a auditoria, havia pessoas que não tinham habilitação para dirigir ou mesmo não tinham habilitação para exercer atividade remunerada, recebiam seguro-desemprego ou seguro-defeso e havia ainda quem constava como morto, segundo registros oficiais. No caso dos caminhoneiros, categoria que em grande parte apoiava o então presidente, os pagamentos potencialmente indevidos superam os 580 milhões de reais a título do Auxílio aos Transportadores Autônomos de Carga Auxílio Caminhoneiro. Também concedido entre julho e dezembro a partir da mesma emenda que instituiu o Auxílio-Taxista, o benefício destinado aos caminhoneiros foi pago em seis parcelas mensais de 1 mil reais. A auditoria da CGU identificou, a partir de cruzamento de dados e de análises da verificação de controles internos, beneficiários que não cumpriam os requisitos de elegibilidade. Procurada, a assessoria do ex-presidente Jair Bolsonaro não respondeu de imediato a pedido de comentário. No final do ano passado, a chapa encabeçada pelo então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva PT moveu uma ação no Tribunal Superior Eleitoral em que acusava Bolsonaro de abuso poder pela concessão ilegal de benefício financeiros a cidadãos durante as eleições com o "claro intuito de angariar votos e, portanto, influenciar na escolha dos eleitores brasileiros, de modo a ferir a lisura do pleito". Entre os pontos questionados na ação, estavam a antecipação do pagamento do Auxílio Brasil, do Auxílio Gás, de auxílio a caminhoneiros e taxistas, entre outras iniciativas. Reportagem adicional de Maria Carolina Marcello
bi da 4 bi